Política

ACM Neto deixa Salvador e chega a Jacobina em clima de campanha

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Apesar de negar que sua viagem a municípios do interior neste final de semana tenha fins de campanha eleitoral, o prefeito ACM Neto (DEM) deixou Salvador e foi recebido na tarde desta sexta-feira (28) em Jacobina por um grupo de aliados locais.

Além da recepção no pouso da aeronave, os correligionários espalharam placas com mensagens de incitação em alusão à disputa político-eleitoral que Neto há tempo trava com o governador Rui Costa (PT). “Vai pra cima deles Neto! Estamos contigo”, diz uma das faixas.

“Em pleno expediente ele se ausenta das obrigações com a cidade para fazer campanha politica no interior. Se ele quer fazer esse trabalho que faça no momento que não seja de expediente e que de prioridade aos problemas de Salvador”, criticou o vereador José Trindade.

Segundo o governista, Alexandre Aleluia (DEM), Neto participará de um ato institucional no aniversário de 120 de emancipação política do município e, portanto, não vê “motivo de tanto barulho”.

*BNews

Moro mantém bloqueio de R$ 9 milhões de Lula em previdência privada

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O juiz federal Sérgio Moro, da Operação Lava Jato em primeira instância, ordenou nesta terça-feira (25) que a BrasilPrev Seguros e Previdência mantenha o bloqueio de R$ 9 milhões do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Moro vetou qualquer “movimentação ou resgate” do valor “até nova determinação judicial”.

“Eventual resgate aguardará o julgamento da apelação contra a sentença criminal e será objeto de comunicação expressa”, determinou o magistrado. O bloqueio dos ativos do ex-presidente, até o montante de R$ 10 milhões, foi ordenado por Moro dois dias depois que ele condenou Lula a nove anos e seis meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso tríplex do Guarujá (SP).

Inicialmente, em quatro contas do ex-presidente, o Banco Central havia encontrado R$ 606 mil. Na semana passada, a BrasilPrev comunicou Moro que tinha embargado R$ 7,19 milhões de Lula em plano de previdência empresarial e mais R$ 1,84 milhão em plano de previdência individual. As informações são do ‘Estadão Conteúdo’.

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Em 11 anos, o patrimônio de Lula multiplicou em 19 vezes, diz jornal

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Segundo matéria publicada no site do jornal “Gazeta do Povo” desta terça-feira (25), em 11 anos, o patrimônio do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva foi multiplicado por 19 e ele se tornou milionário.

Em 2006, Lula possuía o patrimônio total de R$ 839 mil. Sendo a quantia de R$478 mil depositada em bancos e o restante, R$ 361 mil,  distribuída em bens (três apartamentos, um automóvel, um terreno, além da fração do apartamento do Guarujá).

Atualmente, a sua renda corresponde a R$ 9,6 milhões em investimentos e contas bancárias. Deste patrimônio, R$ 606,7 mil estão em contas correntes e R$ 9 milhões estão em dois planos de previdência privada, segundo a reportagem do jornal.

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Segundo o PT, a multiplicação do dinheiro está relacionada às palestras realizadas pelo ex-presidente após deixar o cargo da presidência da república no ano de 2011. Conforme declarações já feitas por Lula, cada conferência prestada por ele custava cerca de R$ 200 mil.

A divulgação e comparação dos valores só foi possível após a declaração de bens de Lula se tornar pública novamente, depois que o juiz Sérgio Moro determinou o bloqueio do patrimônio do ex-presidente. A última vez que Lula teve a sua renda declarada publicamente foi no ano de 2006, quando concorreu à reeleição. As informações são do CORREIO 24h.

Vice-Governador João Leão passa por cirurgia nesta terça (25)

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Nesta terça-feira (25), o vice-governador da Bahia e secretário estadual de Planejamento, João Leão, será submetido a uma cirurgia, após ser diagnosticado com uma diverticulite, uma inflamação nos divertículos do intestino e passará pelo procedimento cirúrgico.

O caso já havia sido descoberto antes dele ter passado mal durante o expediente no último dia 12, informou à imprensa soteropolitana, o seu filho, deputado federal Cacá Leão.

Jair Bolsonaro cogita deixar país caso perca eleição de 2018 para PT, PSDB ou PMDB

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Em entrevista à revista Veja, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ), pré-candidato à Presidência da República, disse que cogita deixar o país caso perca a eleição de 2018 para um candidato do PT, PSDB ou PMDB.

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“No meu entender, se tivermos em 2019 um governo que seja do PT, do PSDB ou do PMDB, acho que vai ser difícil eu permanecer no Brasil, porque a questão ideológica é tão ou mais grave do que a corrupção”, afirmou.

Bolsonaro levantou a possibilidade de morar na Itália. “Não tenho cidadania ainda, mas a minha origem é italiana. Não pensei com mais seriedade, mas, se você fizer uma pesquisa, verá que o número de pessoas que estão pedindo dupla cidadania europeia tem aumentado muito”.

Cunha quer lançar filha como candidata a deputada federal em 2018

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Condenado na operação Lava Jato e preso em Curitiba, o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) não esqueceu completamente da política. De acordo com informações da coluna Radar Online, da revista Veja, ele pretende lançar sua filha, Danielle Cunha, como candidata a deputada federal em 2018.

(Da esq. para dir.) Cunha, Danielle e Cláudia Cruz | Foto: Arquivo pessoal

Cunha foi condenado em março deste ano a mais de 15 anos de prisão por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Primogênita do peemedebista, Danielle é investigada pela Lava Jato por possui um cartão de crédito internacional associado à offshore Köpek. A Köpek não era declarada às autoridades brasileiras e foi descoberta graças ao apoio de investigadores suíços.

Segundo a força-tarefa da operação, a offshore recebeu recursos de propina destinada ao ex-presidente da Câmara no esquema de corrupção na Petrobras.

“População vai entender”, diz Temer sobre aumento de impostos

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O presidente Michel Temer disse na noite desta quinta-feira (20), ao chegar a Mendoza (Argentina) para a 50ª Cúpula do Mercosul, que “a população brasileira irá compreender” o aumento dos impostos cobrados sobre os combustíveis, “porque este é um governo que não mente, que não dá dados falsos”. O presidente justificou o aumento dizendo que seu governo vem buscando “manter a responsabilidade fiscal, com a determinação de dizer claramente o que está acontecendo.”

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O presidente lembrou que seu governo havia cogitado o retorno da CPMF, “era algo que que estava no horizonte e acabamos não levando adiante essa matéria. Mas agora levamos, enfim, a um pequeno aumento, que diz respeito apenas aos combustíveis”. O governo dobrou as alíquotas de PIS e Cofins da gasolina e elevou em 86% a do diesel. O resultado é que, a partir desta sexta (21), o litro da gasolina poderá sofrer reajuste de até R$ 0,41, e o do diesel, de R$ 0,21. No etanol, a alta poderá chegar a R$ 0,20. O governo espera arrecadar R$ 10,4 bilhões até o final deste ano com a medida. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse que o aumento de tributos era a única saída neste momento para elevar as receitas do governo, que vêm diminuindo com a recessão. Segundo o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, “tudo o que fazemos é para beneficiar o bolso do cidadão. Ganhando mais, com emprego e com menos inflação”.

“A inflação está reagindo bem, está caindo bastante. O momento em que se poderia fazer esta medida era agora, quando há espaço ainda na inflação, com previsão de ficar abaixo da meta”, disse o ministro em Mendoza. Economistas preveem que a elevação das alíquotas de PIS/Cofins sobre combustíveis deve adicionar entre 0,5 ponto e 0,6 ponto percentual à inflação de 2017. No acumulado em 12 meses até junho, a inflação ficou em 3%, abaixo da meta oficial do governo, de 4,5%. Desde abril deste ano que o índice acumulado vem mais baixo do que a meta -algo que não ocorria desde agosto de 2010 e o mais baixo desde março de 2007, quando o indicador foi de 2,96%.

Além do aumento de impostos, o governo congelou mais R$ 5,9 bilhões em despesas, aprofundando o arrocho na máquina pública e pondo em risco a continuidade de serviços no próximo mês. Em março, a equipe econômica já tinha bloqueado R$ 42 bilhões do Orçamento, mas pouco depois foi preciso liberar R$ 3 bilhões para gastos obrigatórios com saúde. Em busca de apoio no Congresso para barrar a denúncia criminal apresentada pelo Ministério Público contra ele, o presidente Michel Temer também liberou R$ 1 bilhão para projetos patrocinados por parlamentares em suas bases eleitorais.